segunda-feira, 26 de maio de 2014

História - Roma Antiga x Brasil atual

Analise critica da vida publica e política da Roma antiga e do Brasil atual

Daniel Moura:
Republica Romana: Começou com a queda da monarquia, e sua substituição pelo governo chefiado por dois magistrados, eleito anualmente pelos cidadãos e aconselhados pelo senado. Foi criada uma constituição, focada nos princípios de uma separação dos poderes e de freios e contrapesos. Exceto em tempos de terrível emergência nacional, ofícios públicos foram limitados por um ano, assim, pelo menos em teoria, nenhum indivíduo exercesse poder absoluto sobre seus cidadãos. A sociedade foi hierárquica. A evolução da constituição da República Romana foi pesadamente influenciada pela luta entre os patrícios aristocratas proprietários de terra, que traçaram sua ancestralidade no início da história do Reino de Roma, e os plebeus, os cidadãos muito mais numerosos. Com o tempo, as leis que deram aos patrícios direitos exclusivos de acesso aos mais altos ofícios foram revogadas e enfraquecidas, e as principais famílias plebeias tornaram-se membros plenos da aristocracia. Os líderes da república desenvolveram uma forte tradição e moralidade que exigiu serviço público e patrocínio na paz e na guerra, fazendo os sucessos políticos e militares indissociáveis. Os 500 anos de existência da República Romana, que precedeu o império, foram enfraquecidos e subvertidos por várias guerras civis. Muitas datas são habitualmente propostas para marcar a transição da república para o império, como a data da indicação de Júlio César como ditador perpétuo (44 a.C.); a vitória de seu herdeiro, Otaviano, na Batalha de Áccio (2 de setembro de 31 a.C.); ou a data em que o senado romano outorgou a Otaviano o título honorífico . Republica Brasileira: Com o golpe militar de 15 de novembro de 1889, que depôs Dom Pedro II, o Brasil deixa de ser um Império após o baile da despedida. A partir do ato simbólico da Proclamação da República do Brasil pelo Marechal Deodoro da Fonseca, formalizado em 15 de novembro de 1889, um novo tipo de regime é estabelecido e, assim, surgindo um novo período da história brasileira denominado Brasil República que perdura até hoje. Após a formação da república, o Brasil teve vários nomes posteriores, conforme as alterações no governo, incluindo "Estados Unidos do Brasil". Com relação à fundamentação filosófica dos grupos militares e latifundiários (ruralistas), a filosofia de Augusto Comte, o Positivismo teve papel marcante e relevante. De acordo com VALENTIM. "A Constituição Republicana, orquestrada no contexto da Proclamação da República, sinaliza à compreensão de como o ideário do Positivismo criado na França por Augusto Conte, enquanto corrente de pensamento norteadora, juntamente com a Constituição dos Estados Unidos, influenciaram no texto constitucional brasileiro promulgado em 1891." "República Federativa do Brasil" é o nome oficial atual do Brasil, uma democracia presidencialista, reestruturada em 1986 com o fim do Regime Militar Ditatorial inserido e formalizado em 1 de abril de 1964 pelo Exército Brasileiro.

Letícia Xavier:
A escravidão figurada nesta Roma em questão tinha um aspecto político bastante presente, exemplo disto é a hierarquia social existente dentro da própria escravidão. Havia as diferenças entre os escravos, por exemplo, os escravos denominados Pallas eram escravos eruditos e os escravos denominados mineradores exerciam o trabalho braçal, o que era considerado desonroso na época. Mantendo em vista a política da Roma antiga e comparando-a, ambas se parecem, pois a política da Roma é bastante parecida na forma em que aqui no Brasil as pessoas que trabalham para os políticos também exercem os trabalhos braçais e vários outros tipos de trabalhos em que eram adaptados aos escravos romanos. O espaço que o escravo ocupava dentro desta sociedade era bastante amplo, ele chegava a ser considerado da família o que não o isentava da violência e exploração vinda por parte de seus donos. Tudo isso fazia legitimar o poder que o dono tinha sobre o seu escravo. No Brasil os trabalhadores também exercem um lugar na sociedade mais este lugar e bastante ignorado por muitas pessoas inclusive por seus próprios patrões. No Brasil existe o trabalho feminino assim como na Roma, as mulheres são chamadas de domesticas elas trabalham nas casas de pessoas onde podem ser consideradas da família mais não podendo esquecer que são domesticas e que tem que cumprir com o seu trabalho e não misturar as coisas na relação entre empregados e patrões. Outro ato extremamente político dentro da Roma era o casamento legítimo, onde o casamento tinha por principal objetivo a política, um aristocrata se casaria com a filha de outro aristocrata a fim de manter a hierarquia social dentro de ambas as famílias e perante a sociedade. Ainda no Brasil existe este tipo de casamento por parte das pessoas de níveis sociais nobres, mesmo que seja por poucas pessoas.

Caíque Luã:
A vida em Roma assim como nas outras cidades antigas era divididas como sempre pelos poderes aquisitivos de cada cidadão. A primeira política de Roma foi a monarquia assim como a do Brasil tinha um rei acima de tudo ele que manda e desmanda em tudo logo depois veio a república decidiu assim como no Brasil esfarela o poder na mão de varias pessoas só que na república romana esse poder era dado aos anciões (velhos). A única coisa que para mim que mudou e que o povo mão votava e sim o ancião era indicado por um patrício.

Lilian Santana:
A partir da fundação da Roma antiga, teve inicio a civilização ou sociedade que influenciou todo o ocidente. Sendo localizada no centro da Península Itálica, a cidade cresceu em terras férteis e beneficio de comércios e minas existentes. Apesar de serem sempre afetados pelas águas do rio próximo, o Tibre.   De forma geral a vida publica na Roma antiga seguia a linha favorecendo do maior ao menor, ou seja, mais rico ao mais pobre.  Sendo que por cima estavam os membros da Gens os Patrícios, compondo grupos de homens livres e possuidores do direito político. Logo abaixo vêm os Clientes, que estão atrelados aos patrícios, homens livres e despossuídos de propriedade ou riqueza. Depois vêm os Plebeus, homens livres que não desfrutavam das mesmas regalias que os patrícios. E por ultimo os Escravos, que era composta por uma parcela dos romanos.
A monarquia era a forma política da Roma antiga, na verdade foi a primeira. Durante a Monarquia, Roma foi governada por rei, Senado e Assembleia Curial. O rei era juiz, chefe militar e religioso. No desempenho de suas funções, submetia-se à fiscalização da Assembleia Curial e do Senado. O Senado era um conselho formado por cidadãos idosos, responsáveis pela chefia das grandes famílias. As principais funções do Senado eram: propor novas leis e fiscalizar as ações dos reis.
De forma comparativa o Brasil atual pode e não pode se assemelhar a Roma antiga. De forma que a semelhança seja em relação ao favorecimento para as áreas que tenha mais poder econômico e/ou financeiro, sendo que nessa pirâmide vem em ordem decrescente, Classe alta, Classe media e Classe baixa. Porem o Brasil, ao contrario da Roma Antiga, é um país democrático, ou seja, uma forma de governo em que todos os cidadãos elegíveis participam igualmente, diretamente ou através de representantes eleitos na proposta, no desenvolvimento e na criação de leis. 

Marília Santana:

Na constituição monárquica da Roma tinha os patrícios, clientes, plebeus e escravos, onde cada grupo constituía de acordo com sua classe social. O fim desta monarquia resultou em República Romana onde eram eleitos os que ficariam em magistraturas, cônsules e o Senado, entre outros. No Brasil o que prevalece é a democracia , no qual, a população vota para decretar o mesmo

Amanda Lemos:
Política na Roma Antiga: No início era uma monarquia, teve sete reis. Roma foi governada por rei, Senado e Assembleia Curial. O rei era juiz, chefe militar e religioso. No desempenho de suas funções, submetia-se à fiscalização da Assembleia Curial e do Senado. O Senado era um conselho formado por cidadãos idosos, responsáveis pela chefia das grandes famílias. As principais funções do Senado eram: propor novas leis e fiscalizar as ações dos reis. A Assembleia Curial compunha-se de cidadãos agrupados em cúrias. Seus membros eram soldados em condições de servir o exército. A Assembleia tinha como principais funções: eleger altos funcionários, aprovar ou rejeitar leis, aclamar o rei. . Com o fim a monarquia, veio a República. Nesse período, o senador ganhou mais pode cuidavam das finanças públicas, da admistração e da política externa. O poder era executivo pelos cônsules e pelos tribunos, os plebeus lutaram por uma maior participação política e melhores condições de vida. Depois o Império começou, os principais nomes deste período foram: Julio César e Augusto. Júlio César foi o primeiro que se tornou  ditador e foi apoiado pelo exército e pela plebe urbana . Colecionava títulos como Ditador perpétuo, censor e cônsul vitalício. Seus feitos e conquistas conquistaram o apoio popular. Porém os ticos conspiraram e Julio César foi assassinado. Augusto foi escolhido para ocupar seu posto e iniciou um período de calma e prosperidade.

Política no Brasil: O Governo atual tem administrado o Brasil com uma competência primorosa, tudo o que os governos elitistas mantinham oculto está vindo à tona no governo, tanto que, havendo certa concentração da renda (a elite é muito egoísta e pensa que o lucro do desenvolvimento brasileiro deve pertencer somente a si) vem sendo implementado importantes ganhos às famílias de baixa renda e que inclusive recebem o descrédito da sociedade elitista brasileira que adora ver famílias passando fome.

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