Analise critica da
vida publica e política da Roma antiga e do Brasil atual
Daniel
Moura:
Republica Romana: Começou com a queda
da monarquia, e sua substituição pelo governo chefiado por dois magistrados,
eleito anualmente pelos cidadãos e aconselhados pelo senado. Foi criada uma
constituição, focada nos princípios de uma separação dos poderes e de freios e
contrapesos. Exceto em tempos de terrível emergência nacional, ofícios públicos
foram limitados por um ano, assim, pelo menos em teoria, nenhum indivíduo
exercesse poder absoluto sobre seus cidadãos. A sociedade foi hierárquica. A
evolução da constituição da República Romana foi pesadamente influenciada pela
luta entre os patrícios aristocratas proprietários de terra, que traçaram sua
ancestralidade no início da história do Reino de Roma, e os plebeus, os
cidadãos muito mais numerosos. Com o tempo, as leis que deram aos patrícios
direitos exclusivos de acesso aos mais altos ofícios foram revogadas e
enfraquecidas, e as principais famílias plebeias tornaram-se membros plenos da
aristocracia. Os líderes da república desenvolveram uma forte tradição e
moralidade que exigiu serviço público e patrocínio na paz e na guerra, fazendo
os sucessos políticos e militares indissociáveis. Os 500 anos de existência da
República Romana, que precedeu o império, foram enfraquecidos e subvertidos por
várias guerras civis. Muitas datas são habitualmente propostas para marcar a
transição da república para o império, como a data da indicação de Júlio César
como ditador perpétuo (44 a.C.); a vitória de seu herdeiro, Otaviano, na
Batalha de Áccio (2 de setembro de 31 a.C.); ou a data em que o senado romano
outorgou a Otaviano o título honorífico . Republica Brasileira: Com o golpe
militar de 15 de novembro de 1889, que depôs Dom Pedro II, o Brasil deixa de
ser um Império após o baile da despedida. A partir do ato simbólico da
Proclamação da República do Brasil pelo Marechal Deodoro da Fonseca,
formalizado em 15 de novembro de 1889, um novo tipo de regime é estabelecido e,
assim, surgindo um novo período da história brasileira denominado Brasil
República que perdura até hoje. Após a formação da república, o Brasil teve
vários nomes posteriores, conforme as alterações no governo, incluindo
"Estados Unidos do Brasil". Com relação à fundamentação filosófica
dos grupos militares e latifundiários (ruralistas), a filosofia de Augusto
Comte, o Positivismo teve papel marcante e relevante. De acordo com VALENTIM.
"A Constituição Republicana, orquestrada no contexto da Proclamação da
República, sinaliza à compreensão de como o ideário do Positivismo criado na
França por Augusto Conte, enquanto corrente de pensamento norteadora,
juntamente com a Constituição dos Estados Unidos, influenciaram no texto
constitucional brasileiro promulgado em 1891." "República Federativa
do Brasil" é o nome oficial atual do Brasil, uma democracia
presidencialista, reestruturada em 1986 com o fim do Regime Militar Ditatorial
inserido e formalizado em 1 de abril de 1964 pelo Exército Brasileiro.
Letícia Xavier:
A escravidão figurada
nesta Roma em questão tinha um aspecto político bastante presente, exemplo
disto é a hierarquia social existente dentro da própria escravidão. Havia as
diferenças entre os escravos, por exemplo, os escravos denominados Pallas eram
escravos eruditos e os escravos denominados mineradores exerciam o trabalho braçal,
o que era considerado desonroso na época. Mantendo em vista a política da Roma
antiga e comparando-a, ambas se parecem, pois a política da Roma é bastante
parecida na forma em que aqui no Brasil as pessoas que trabalham para os
políticos também exercem os trabalhos braçais e vários outros tipos de
trabalhos em que eram adaptados aos escravos romanos. O espaço que o escravo
ocupava dentro desta sociedade era bastante amplo, ele chegava a ser
considerado da família o que não o isentava da violência e exploração vinda por
parte de seus donos. Tudo isso fazia legitimar o poder que o dono tinha sobre o
seu escravo. No Brasil os trabalhadores também exercem um lugar na sociedade
mais este lugar e bastante ignorado por muitas pessoas inclusive por seus
próprios patrões. No Brasil existe o trabalho feminino assim como na Roma, as
mulheres são chamadas de domesticas elas trabalham nas casas de pessoas onde
podem ser consideradas da família mais não podendo esquecer que são domesticas
e que tem que cumprir com o seu trabalho e não misturar as coisas na relação
entre empregados e patrões. Outro ato extremamente político dentro da Roma era
o casamento legítimo, onde o casamento tinha por principal objetivo a política,
um aristocrata se casaria com a filha de outro aristocrata a fim de manter a
hierarquia social dentro de ambas as famílias e perante a sociedade. Ainda no
Brasil existe este tipo de casamento por parte das pessoas de níveis sociais nobres,
mesmo que seja por poucas pessoas.
Caíque Luã:
A vida em Roma assim
como nas outras cidades antigas era divididas como sempre pelos poderes
aquisitivos de cada cidadão. A primeira política de Roma foi a monarquia assim
como a do Brasil tinha um rei acima de tudo ele que manda e desmanda em tudo
logo depois veio a república decidiu assim como no Brasil esfarela o poder na
mão de varias pessoas só que na república romana esse poder era dado aos
anciões (velhos). A única coisa que para mim que mudou e que o povo mão votava
e sim o ancião era indicado por um patrício.
Lilian Santana:
A partir da fundação
da Roma antiga, teve inicio a civilização ou sociedade que influenciou todo o
ocidente. Sendo localizada no centro da Península Itálica, a cidade cresceu em
terras férteis e beneficio de comércios e minas existentes. Apesar de serem
sempre afetados pelas águas do rio próximo, o Tibre. De
forma geral a vida publica na Roma antiga seguia a linha favorecendo do maior ao
menor, ou seja, mais rico ao mais pobre. Sendo que por cima estavam os membros da Gens
os Patrícios, compondo grupos de
homens livres e possuidores do direito político. Logo abaixo vêm os Clientes, que estão atrelados aos patrícios,
homens livres e despossuídos de propriedade ou riqueza. Depois vêm os Plebeus, homens livres que não
desfrutavam das mesmas regalias que os patrícios. E por ultimo os Escravos, que era composta por uma parcela
dos romanos.
A monarquia era a forma política da Roma antiga, na verdade foi a primeira. Durante a Monarquia, Roma foi governada por rei, Senado e Assembleia Curial. O rei era juiz, chefe militar e religioso. No desempenho de suas funções, submetia-se à fiscalização da Assembleia Curial e do Senado. O Senado era um conselho formado por cidadãos idosos, responsáveis pela chefia das grandes famílias. As principais funções do Senado eram: propor novas leis e fiscalizar as ações dos reis.
A monarquia era a forma política da Roma antiga, na verdade foi a primeira. Durante a Monarquia, Roma foi governada por rei, Senado e Assembleia Curial. O rei era juiz, chefe militar e religioso. No desempenho de suas funções, submetia-se à fiscalização da Assembleia Curial e do Senado. O Senado era um conselho formado por cidadãos idosos, responsáveis pela chefia das grandes famílias. As principais funções do Senado eram: propor novas leis e fiscalizar as ações dos reis.
De forma comparativa o
Brasil atual pode e não pode se assemelhar a Roma antiga. De forma que a semelhança
seja em relação ao favorecimento para as áreas que tenha mais poder econômico e/ou
financeiro, sendo que nessa pirâmide vem em ordem decrescente, Classe alta, Classe media e Classe baixa.
Porem o Brasil, ao contrario da Roma Antiga, é um país democrático, ou seja, uma
forma de governo em que todos os cidadãos elegíveis participam igualmente,
diretamente ou através de representantes eleitos na proposta, no
desenvolvimento e na criação de leis.
Marília Santana:
Na constituição monárquica da Roma tinha os patrícios, clientes, plebeus e escravos, onde cada grupo constituía de acordo com sua classe social. O fim desta monarquia resultou em República Romana onde eram eleitos os que ficariam em magistraturas, cônsules e o Senado, entre outros. No Brasil o que prevalece é a democracia , no qual, a população vota para decretar o mesmo
Marília Santana:
Na constituição monárquica da Roma tinha os patrícios, clientes, plebeus e escravos, onde cada grupo constituía de acordo com sua classe social. O fim desta monarquia resultou em República Romana onde eram eleitos os que ficariam em magistraturas, cônsules e o Senado, entre outros. No Brasil o que prevalece é a democracia , no qual, a população vota para decretar o mesmo
Amanda Lemos:
Política na Roma
Antiga: No início era uma monarquia, teve sete reis. Roma foi governada por
rei, Senado e Assembleia Curial. O rei era juiz, chefe militar e religioso. No
desempenho de suas funções, submetia-se à fiscalização da Assembleia Curial e
do Senado. O Senado era um conselho formado por cidadãos idosos, responsáveis
pela chefia das grandes famílias. As principais funções do Senado eram: propor
novas leis e fiscalizar as ações dos reis. A Assembleia Curial compunha-se de
cidadãos agrupados em cúrias. Seus membros eram soldados em condições de servir
o exército. A Assembleia tinha como principais funções: eleger altos funcionários,
aprovar ou rejeitar leis, aclamar o rei. . Com o fim a monarquia, veio a
República. Nesse período, o senador ganhou mais pode cuidavam das finanças
públicas, da admistração e da política externa. O poder era executivo pelos
cônsules e pelos tribunos, os plebeus lutaram por uma maior participação
política e melhores condições de vida. Depois o Império começou, os principais
nomes deste período foram: Julio César e Augusto. Júlio César foi o primeiro
que se tornou ditador e foi apoiado pelo
exército e pela plebe urbana . Colecionava títulos como Ditador perpétuo,
censor e cônsul vitalício. Seus feitos e conquistas conquistaram o apoio
popular. Porém os ticos conspiraram e Julio César foi assassinado. Augusto foi
escolhido para ocupar seu posto e iniciou um período de calma e prosperidade.
Política no Brasil: O
Governo atual tem administrado o Brasil com uma competência primorosa, tudo o
que os governos elitistas mantinham oculto está vindo à tona no governo, tanto
que, havendo certa concentração da renda (a elite é muito egoísta e pensa que o
lucro do desenvolvimento brasileiro deve pertencer somente a si) vem sendo
implementado importantes ganhos às famílias de baixa renda e que inclusive
recebem o descrédito da sociedade elitista brasileira que adora ver famílias
passando fome.
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